SSD é quantas vezes mais rápido que HD?

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Atualmente quem pensa em velocidade e eficiência logo associa a SSDs, em detrimento aos mais tradicionais HDs. Eles realmente são ótimas opções para aprimorar a sua experiência e podem representar um ganho enorme em velocidade.

Em um cenário onde estamos cada vez mais multitarefa, ter um computador que suporte trabalhar com diferentes softwares ao mesmo tempo é fundamental para a eficiência na hora do trabalho – e também da diversão.

Mas quantas vezes o SSD é mais rápido que o HD? Vamos conversar sobre isso, além de entender melhor o que é um SSD, em que casos ele é indicado e quais aspectos avaliar na hora de optar por um.

Primeiro, o que é um SSD?

A sigla SSD se refere a “Solid State Drive”, traduzido livremente como Unidades de Estado Sólido. Eles são dispositivos utilizados nos computadores para o armazenamento de dados.

Antes dessa tecnologia, os computadores utilizavam apenas os HDs, que são os “Hard Disk Drive” (que chamamos de discos rígidos). A principal diferença estrutural entre os dois, como os nomes já sugerem, é que o SSD não possui peças móveis em seu funcionamento como o HD possui.

É verdade que os HDs são mais econômicos quando se relaciona os preços com a quantidade de dados que eles são capazes de armazenar, porém os SSDs são muito mais rápidos e confiáveis.

Os SSDs não só acessam mais rapidamente os arquivos armazenados mas também conseguem carregá-los com muito mais agilidade. A diferença ao iniciar o computador, por exemplo, é muito notável.

Quantas vezes o SSD é mais rápido que o HD?

As taxas exatas de velocidade e, consequente, a comparação com HDs variam de acordo com a marca e modelo escolhidos, mas o certo é que o SSD é sempre muito mais veloz para as operações do computador.

Vários testes já mostraram que eles conseguem ser até dez vezes mais rápidos que os discos rígidos. As velocidades médias atingidas costumam começar em 500MB, mas existem modelos muito melhores, com 3.000MB/s para escrita e leitura, por exemplo.

É claro que quanto mais rápido e bem construído for, maior será o valor necessário de investimento para adquirir o SSD. Temos várias opções de SSD disponíveis em nosso catálogo.

Quais são as vantagens e desvantagens de um SSD?

A primeira vantagem – e a mais óbvia – é a maior velocidade, como já vimos anteriormente. É uma boa pedida, principalmente para quem utiliza softwares pesados e realiza muitas tarefas ao mesmo tempo no computador. Todo mundo sabe o quão difícil é trabalhar quando o computador não consegue acompanhar.

Outra vantagem importante é a maior durabilidade dos SSDs em relação aos HDs. Justamente por não possuir discos físicos, seu funcionamento se dá apenas por meio de componentes eletrônicos. Consequentemente, o SSD está menos suscetível a desgastes e falhas a longo prazo.

Uma terceira grande vantagem é o tamanho compacto que os SSDs apresentam. Isso confere uma maior portabilidade e possibilita o uso em notebooks mais finos e leves. Já conversamos com mais detalhes sobre a memória SSD em nosso blog.

Por outro lado, a desvantagem mais clara desse tipo de dispositivo é o preço, que ainda é superior aos dos HDs. Então, avaliar o tamanho do seu orçamento é fundamental na hora de optar por um ou outro.

SSD de memória síncrona e assíncrona

Um dispositivo SSD tem duas maneiras distintas de trabalhar: assincronamente e sincronicamente. É possível descobrir essa informação na ficha técnica do produto. Mas qual a diferença entre essas duas opções?

A memória síncrona tem um custo maior e é capaz de lidar melhor com arquivos que não podem ser comprimidos, isto é, músicas, fotos e vídeos. Por outro lado, a memória assíncrona não é tão boa nesse aspecto, porém agrega uma maior economia no seu custo final para o consumidor.

Entretanto, a diferença de preços não é tão grande entre a memória assíncrona e a síncrona se compararmos com a diferença entre um SSD e um HD, por exemplo. Então, é uma boa dica juntar um pouco mais e adquirir um modelo síncrono.

Ele é bem mais rápido, mas dura menos?

É um fato que o SSD possui uma quantidade limitada de ciclos de escrita, inclusive pela sua construção em memória flash. Um número muito difundido é 10 mil ciclos de escrita, porém alguns mais básicos já foram registrados com 5 mil ciclos.

Entretanto, não é preciso ficar tão preocupado com isso. Existe uma tecnologia chamada wear leveling que ajuda a controlar melhor esses ciclos de escrita por meio de uma distribuição de uso. Ela evita que um mesmo bloco da unidade seja utilizado muitas vezes.

Vamos ver um exemplo na prática. Caso você compre um SSD de 128GB e com o valor baixo de 3 mil ciclos de escrita, quanto tempo ele irá durar?

É necessário adicionarmos um outro ingrediente nessa conta, que é o volume de dados que você utiliza por dia. Vamos supor que seja 120GB por dia (um número muito superior ao que as pessoas geralmente usam). Nesse caso, o seu SSD levará cerca de oito anos para começar a falhar. Com volumes mais usuais de dados diários, esse tempo é ainda maior.

Então, essa durabilidade não deve ser um motivo de grandes preocupações para quem quer começar a adotar o sistema SSD no seu dispositivo. Os fabricantes, de modo geral, informam que a vida útil de seus produtos é de 5 a 10 anos.

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